De Autocaravana, tenho vindo a viajar ''cá dentro'' e pela Europa... para lá do Círculo Polar Àrtico - até ao Cabo Norte, onde vivenciei o ''Sol da Meia-Noite''.
Viajei em Autocaravana pelo Norte de Àfrica... (mais de uma vez), muito para lá do Trópico de Cancer... até à Guiné-Bissau.
Fui também por estrada à Àsia - Turquia e Capadócia, sendo que no regresso fiz a Croácia e dei um saltinho a Mostar e Saraevo na Bósnia-Herzegovina.
Sem pretensiosismo literário ou outros, apenas pela PARTILHA, dessas e outras viagens vou dando conta neste espaço.

Países visitados em Autocaravana: - EUROPA: ESPANHA – ANDORRA -FRANÇA-ITÁLIA-MÓNACO- REINO UNIDO - IRLANDA -HUNGRIA-REP.CHECA-SUÉCIA-ESLOVÉNIA - ESLOVÁQUIA- POLÓNIA-AUSTRIA-SUIÇA-ALEMANHA-BÉLGICA-HOLANDA-DINAMARCA-NORUEGA-FINLÂNDIA-ESTÓNIA-LETÓNIA-LITUÂNIA-BULGARIA - BÓSNIA HERZGOVINA- ROMÉNIA -GRÉCIA – CROÁCIA – LIENCHSTEIN – LUXEMBURGO – S.MARINO - VATICANO ÀSIA : -TURQUIA-CAPADÓCIA ÀFRICA: GUINÉ-BISSAU – CASAMANÇA – GÂMBIA – SENEGAL – MAURITÂNIA – SAHARA - MARROCOS

Outras viagens:RÚSSIA (Moscovo e S. Petesburgo) -AMÉRICA do NORTE:CANADÁ (Quebec-Ontário-Montreal-Otawa-Niagara falls) - EUA(Boston-Nova Iorque-Cap Kenedy-Orlando - Miami)AMÉRICA CENTRAL:CUBA (Havana - S. Tiago de Cuba - Trinidad - Cienfuegos - Varadero)- ÀSIA :CHINA (Macau-Hong Kong) - VIETNAM(Hanói-Danang-Ho Chi Min) -

domingo, fevereiro 19, 2017

3 visitas recomendadas - Arouca, Sta Maria da Feira e Vale de Cambra. I

24 novembro 2016 - 5ª. feira
PORTO
Os Amigos de antigamente, cada vez são menos.
Parte da minha vida Associativa ou Profissional passou pela vizinha cidade do Porto, onde me sinto como em casa.
Ao chamamento de uma vintena desses Amigos de longa data e muitas partilhas, fui até lá de combóio num dia de chuva a rodos.
Agradável esta vivência que como não podia deixar de ser, passou também pela Gastronomia num conhecido Restaurante da Cidade Invicta.
25NOVEMBRO2016 - 5ª. feira
BRAGA - AROUCA
Não parar será uma virtude ou um defeito?
Tanto me faz. O meu parceiro de viagens Eduardo desafiou-me para uma digressão na zona Norte do País.
Estava já em Aveiro pelo que foi só avançarmos cada um do poiso onde estávamos até Arouca onde já não íamos há tempos.
Passagem na Ponte do Freixo - Estádio do Dragão
A chuva foi minha companhia em toda a viagem.


Ao chegar a Arouca o Arco-Iris





Já estacionados na ASA de Arouca para visitar e pernoitar


O reabastecimento
O consumo

Os Kms efetuados

As coordenadas da ASA


 Com o tempo de chuva, nada melhor que visitar o Mosteiro de Sta Maria de Arouca.
Que me recorde, será esta a primeira visita ao Mosteiro.
O Mosteiro de Arouca guarda muitos tesouros desconhecidos da esmagadora maioria das pessoas. A mais importante colecção de manuscritos de música do séc. XIII em diante que se conhece fora da Torre do Tombo; um impressionante acervo de arte sacra; um órgão, recentemente restaurado, que é uma das mais belas peças da organaria ibérica do séc. XVIII. Oferecido por D. Sancho I à sua filha Mafalda em meados do séc. XIII, o Mosteiro de Arouca é o palco de uma emocionante visita guiada pela mão da medievalista Maria Helena da Cruz Coelho e de um concerto explicado por Nicolas Roger, o seu organista titular. 
Documentado desde o séc. X, o mosteiro de Arouca, exclusivamente feminino desde 1154, vai afirmar-se sobretudo a partir do séc. XIII, após nele ter ingressado D. Mafalda, filha de D. Sancho I, aqui tumulada. Das fases mais recuadas restam parcos vestígios, devido às grandes obras de renovação dos séculos XVII - XVIII, que definiram o aspecto actual. A igreja foi construída entre 1704/1730 com traça de Carlo Gimac. Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores, no seu género, em toda a Península Ibérica -, no qual, para além de múltiplos objectos de culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas nas artes da escultura, pintura, tapeçaria e ourivesaria.
Fundado no século X, Arouca começou por ser um mosteiro dúplice, ou seja, uma casa de homens e mulheres, antes que, em meados do séc. XII, se tivesse tornado um convento feminino da ordem de S. Bento. O rei D. Sancho I doou-o à sua filha Dona Mafalda. Materialmente, foram muitas as dádivas do seu erário que transitaram para o domínio do convento e terá sido por sua vontade que a comunidade monástica passou à regra de Cister em 1226. Das instalações monásticas medievais ficaram pouquíssimos vestígios. Duas prolongadas campanhas de obras relativamente recentes, entre os séculos XVII e XVIII, que tiveram por fim a renovação completa do mosteiro, deram ao conjunto de Arouca a forma que ainda se mantém.O terreiro, hoje chamado da rainha Dona Mafalda, não era de acesso público. Pertencia ao mosteiro, só entravam visitantes autorizados e servidores das freiras, estava separado da rua por um muro com portal. A poente, situava-se a residência dos padres que serviam o mosteiro (hoje Biblioteca Municipal). 
O corpo virado ao terreiro (onde hoje se localiza o acesso ao Museu) servia as funções públicas do mosteiro que tinham uma certa reserva. Dão para aí, em primeiro lugar, as duas torres - mirante de onde as freiras dominavam as vistas. Depois abrem para o terreiro os locutórios em que as freiras recebiam familiares. São dez, cada um com a sua grade e a sua roda. Trata-se de um número e de uma localização extraordinários, só explicáveis devido à origem aristocrática e ao poder das freiras de Arouca. Este corpo alberga também a portaria principal do mosteiro e ainda a porta "do mato” (noutros mosteiros chamada "do carro”, ou seja, de serviço). O lado norte é o da Igreja dos leigos e do Coro. Coro e Igreja distinguem-se bem da rua, para onde dá a porta pública, assomando por sobre a fachada conventual corrida e ritmada a pilastras e janelas. O arquitecto foi o maltês Carlo Gimac. 
O Coro é baixo e separado da nave por um arco e uma "ponte”, como em dois outros mosteiros cistercienses femininos portugueses, Lorvão e Cós. Correndo por dentro das paredes da igreja pública há galerias que permitiam a algumas freiras aproximarem-se da capela-mor para a celebração eucarística sem serem vistas pelos leigos. São notáveis as imagens de pedra de Ançã da Igreja e do Coro, esculpidas por Jacinto Vieira e o cadeiral  dos entalhadores portuenses António Gomes e Filipe da Silva, obras de cerca de 1725. Uns anos mais tarde, por volta de 1741, estava concluída a montagem do novo órgão, na separação entre a Igreja do povo e o Coro das freiras, instrumento musical com características singulares dentro da organaria ibérica, construído por Dom Manuel Bento Gomes de Herrera,  organeiro natural de Valhadolide. 
Entre meados e o final do século XVIII, as cistercienses, concluída a nova igreja, lançaram-se na segunda campanha de obras de renovação do mosteiro – que terá começado pela construção do chamado "corredor” ou Ala "de Mafra”, o grande corpo situado a sul e nascente, que se prolonga no celeiro que remata o lado sul do "terreiro da rainha” em tom monumental e urbano, com escadaria de dois lances e portal a eixo. 









Esta nova obra foi feita por artífices vindos do estaleiro de Mafra. Finalmente foi demolido o claustro antigo e deu-se início à obra do claustro novo e da nova sala do capítulo, nos anos de 1780 e seguintes.
Quando as guerras liberais interromperam tudo no início do século XIX, só estavam feitas duas alas do claustro articulando capítulo, refeitório e cozinha, a nascente e sul.

 Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado. 

Na década de 1960, duas alas - cortina em linguagem arquitectónica antiga acabaram o claustro e ocultaram os vazios, dando origem nomeadamente ao chamado "pátio norte”. 
O museu de Arouca, um dos melhores acervos regionais de arte sacra do país, guarda muito boa pintura, escultura, mobiliário e prataria dos séculos XVI a XVIII. Guarda ainda um fundo de livros de música, raro e de elevado interesse histórico, constituído por códices manuscritos e impressos litúrgicos e musicais, cuja datação vai dos inícios do século XIII até ao século XIX.
Terminada a interessante visita, entraríamos num edifício recente edificado pela Câmara Municipal onde está instalado o Museu respetivo.
O Museu Municipal de Arouca foi simbolicamente inaugurado no Dia Internacional dos Museus, e procura preservar as memórias e tradições de um povo marcadamente rural, mas também dar nota do vasto património arqueológico e geológico do nosso concelho. 



Situado próximo de uma das entradas na vila, tem um espaço dedicado à exposição permanente «Memória de uma ruralidade», onde se podem encontrar peças utilizadas no cultivo da terra. 

Pedras parideiras

Trilobites

Em simultâneo, tem um espaço de exposições temporárias, inaugurado com a exposição «14 artistas da Colecção Manuel de Brito», da responsabilidade das Galerias 111. 

Em suma, o Museu Municipal é um espaço onde se pode conhecer mais profundamente Arouca e o percurso das suas gentes, os seus hábitos e tradições, num espaço vivo, que aguarda a sua visita.

Ficará para visita futura
Pensamos no dia de amanhã visitar as Pedras Parideiras, a Frecha da Misarela o Museu de Trilobites de Canelas e ainda os Passadiços do Paiva  e prosseguir para Tarouca mas na TV constatamos que as estradas estavam cortadas devido à abundante queda de neve o que nos levou a mudar de rumo.
26novembro2017 - sábado
AROUCA - VALE DE CAMBRA
Muita chuva, muito frio e neve nas proximidades - hà que abalar de Arouca
Pela manhã, avançamos em direção a Vale de Cambra com o tempo a deixar de fazer tantas caretas. Progressivamente as nuvens foram-se dissipando ficando o frio.
Aproveitando o diferendo entre a autarquia e a Empresa dos Parcómetros, ficaríamos neste pequeno espaço central.
Iniciamos a visita à terra,  Vale de Cambra ainda da parte da manhã.
Descemos a enorme Avenida Camilo Tavares Matos que mais não é que a antiga EN 328 e com o apetite no auge, decidimos entrar no conhecido Restaurante Tropical. Um almoço simples e agradável a preço económico. recomenda-se.
A Câmara Minicipal

Concelho: Vale de Cambra        
Distrito: Aveiro
Província: Beira Litoral
Freguesias: (7) Arões - Cepelos - Junqueira - Macieira de Cambra - Rôge - São Pedro de Castelões - Vila Chã, Codal e Vila Cova de Perrinho
Área do concelho: 147,33 km²
Habitantes: 22 864 (2011)
Feriado Municipal: 13 de junho, dia de Santo António
Fronteiras: Arouca (norte); São Pedro do Sul (leste); Oliveira de Frades (sudeste); Sever do Vouga (sul); Oliveira de Azeméis (oeste)
Um bom local para pernoita mesmo se não ficaremos aqui.
Percorremos o magnífico espaço verde que ladeia o centro da cidade.


Com o céu azul é manifestamente agradável caminhar ao longo deste espaço enorme.





Com o horário de Inverno, cêdo chega o escuro da noite, assim sendo e até para poupar os recursos energéticos da Autocaravana, porque não assistir no Pavilhão Gimno-Desportivo a um jogo de Andebol?
Foi isso que fizemos dando como bem empregue o tempo que lá passamos.
O resultado pouco nos interessou e até batemos palmas às duas equipas.

Aqui ficamos. Mesmo no centro da cidade. Os Parcómetros estão ''off''




dia 27novembro2016 - domingo
VALE DE CAMBRA - São JOÃO DA MADEIRA
O roteiro pela indústria Sanjoanense mostra duas realidades: 
“Aquilo que nós éramos e aquilo que nós somos”terá afirmado um recente Autarca da terra. 
A Viarco, a única fábrica de lápis do país, e o Museu da Chapelaria, único na Península Ibérica, são os locais mais procurados pelos visitantes.
Museu do Chapéu

Uma visita muito interessante - estacionamento no espaço do Museu. Pernoita possível.
Entrada gratuita aos domingos de manhã.




















 Informação sobre o Museu, AQUI





A 50 metros, a Torre Oliva.
O edifício da Torre da Oliva é um dos mais emblemáticos da cidade de S. João da Madeira. Tendo pertencido à entretanto já desativada metalúrgica Oliva, o imovel foi adquirido e recuperado pela Câmara Municipal, que aí instalou o Welcome Center dos Circuitos pelo Património Industrial do concelho. Também está a nascer nesse espaço o futuro Museu do Calçado.

Paralelamente estão disponíveis salas de diferentes dimensões para a realização de eventos diversos, podendo essas instalações ser cedidas a outras entidades para a realização de atividades próprias.



Oliva Creative Factory, espaço de indústrias criativas e de iniciativas culturais.
No edifício da torre da Oliva, onde funciona a recepção do Turismo Industrial, há fotos antigas nas paredes, que mostram o esplendor da antiga fábrica.
A Oliva tinha cooperativa, orfeão, creche, refeitório. Tinha um ramal da linha do Vouga por onde entravam e saíam comboios com material. Terá sido a primeira empresa a oferecer prendas aos filhos dos funcionários nas festas de Natal e chegou a empregar 3346 trabalhadores. 















Metemos entretanto os pés ao caminho calcorreando a cidade e subindo até ao Castelo de São João da Madeira.



Pelo caminho haveríamos de fazer uma pequena pausa para entrarmos numa das Pastelarias ''Castelo'' onde a ''fogaça'' haveria de ser sacrificada para satisfazer a nossa gulodice.



Porta da Vila e Barbacã
· A entrada do castelo faz-se pela chamada “porta da vila” protegida por uma barbacã. Esta entrada leva à “cerca avançada” ou “praça de armas” que conduz, pelo lado norte, à torre de menagem.
O castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitectura militar portuguesa.
Torre da Casamata
Do lado poente foi montado este recinto defensivo, ao nível térreo, com bombardeiras e besteiras dispostas de forma eficaz para assegurar o tiro em todas as direcções
Praça de Armas
· Este grande espaço interior, circundado pelo chamado “caminho da ronda”  ou adarve é protegido por um forte dispositivo de ameias e troneiras.

· Do antigo castro romano, e depois fortaleza ampliada na época da reconquista cristã, restam dele hoje, apenas o 1º piso da “Torre de Menagem”.
D. Sancho I, deixou-o, por testamento, a suas filhas. - Mais tarde (1300) foi incluído no património da Rainha Santa Isabel.
No séc. XV (1448) o Rei D. Afonso V entregou-o a Fernão Pereira com a incumbência de o fazer restaurar. Data desta época a imagem arquitectónica essencial que ele hoje apresenta.
Em 12 de janeiro de 1472, o mesmo Rei nomeou o filho daquele, Rui Vaz Pereira, 1º conde da Feira, senhor do Castelo e da Terra de Santa Maria. Com a morte sem descendência do último conde (1700), o Castelo passou à casa do Infantado (1708). Em 1722 o Palácio dos condes, construído dentro das muralhas, e a Torre de Menagem sofreram um violentíssimo incêndio – ao que se diz por ordem do próprio rei D. João V – receoso das ambições de seu irmão, o infante D. Francisco.


· Com o declínio da importância militar do Castelo foi este adaptado a paço senhorial. No séc. Xv, porém, todo o monumento voltou a sofrer grande remodelação no campo defensivo motivada pelo aparecimento de novo tipo de armamento (utilização da pólvora).
· É desta época, também, a construção, dentro da cerca, do primeiro palácio, palácio este que veio a ser substituído, no séc. XVII por uma nova construção (demolida em 1929), o embelezamento exterior e a construção da fonte.
Torre de Menagem
· Esta torre, com um grande eirado na cobertura, compõe-se de dois pisos. Grandes lareiras revelam o caracter residencial que o Castelo teve.
Torre do Poço
· Junto à torre de menagem, pelo lado nascente, está a “torre do poço” que é uma construção do séc. XV  toda em granito e com 8 janelas fechadas, formando nichos, com acesso pelo exterior com 136 degraus.
O poço tem 33,5 metros de profundidade e nascente própria.
Tenalha
· Através de uma passagem coberta protegida por seteiras, chega-se à tenalha que é uma pequena obra de fortificação para proteger a torre de menagem, do lado sul. A forma da sua construção supõe o uso de armas de fogo.




Capela
· Junto à barbacã encontra-se um interessante conjunto constituído por uma capela hexagonal e casa do capelão, mandados edificar em 1656.
A referida capela veio substituir uma ermida muito antiga, entretanto demolida.
Da antiga ermida transitaram para a actual capela um precioso núcleo de imagens de pedra de ançã.





Lá ao Fundo, o quartel dos bombeiros e as nossas casas rolantes preparadas para nos fazer passar uma noite tranquila
Com a noite a aproximar-se nada melhor que dar uma carga nas baterias sa Autocaravana. Há que inaugurar o gerador recentemente adquirido.
Gasolina na ES vizinha... e aqui vamos estrear ''a coisa''.
Acontece que suamos as estopinhas no pucha que pucha e ''a coisa'', nada...
Pedida ajuda aos 'bombeiros' vizinhos, ela chegou, mas o resultado foi o mesmo...
O remédio seria ''poupar'' a energia acumulada e deixar o gerador em paz... depois veremos o que fazer.

Parque de pernoita
O desânimo não nos afeta pelo que a voltinha noturna haveria de acontecer.

(continua )